Sem duvida um dos melhores discos do ano de 2007 e da carreira dos canadianos Hrsta. A banda inclui ex-membros dos GY!BE, o que por si só, dá uma ideia da qualidade intrínseca da formação. Fica o video do tema The Orchard.
Quarta-feira, Dezembro 30, 2009
Terça-feira, Dezembro 29, 2009
Imagens #19

William Ellis é considerado um dos melhores fotógrafos de jazz da actualidade, sendo o seu trabalho amplamente reconhecido pelos seus trabalhos na cena do jazz contemporâneo africano, europeu e norte-americano. O American Jazz Museum deu-lhe o privilégio inaugurar o museu com uma sua exposição, intitulada “Jazz in Black and White: Bebop and Beyond”.
Nesta fotografia, podemos ver um exemplo da qualidade do trabalho de Ellis, no retrato que tirou a Herbie Hancok, em Manchester, em 2008.
Nesta fotografia, podemos ver um exemplo da qualidade do trabalho de Ellis, no retrato que tirou a Herbie Hancok, em Manchester, em 2008.
Discos da década #5 - Patti Smith - Twelve; 2007
Podemos afirmar que o álbum Twelve de Patti Smith é um clássico feito com base em temas clássicos. Esta senhora, em 2007, com 61 anos, pegou em temas de vários artistas, de Jimi Hendrix aos Nirvana, passando por Paul Simon, Doors, e outros, para criar um magnífico disco composto por doze temas. A energia de Smith continua intacta, com todas as memórias da história do rock e do punk a criarem um álbum que se tornou num marco desta década.
Segunda-feira, Dezembro 28, 2009
Documentário, As 7 Idades do Rock, episódio 3
A história de duas cidades, poderia ser o titulo do terceiro episódio do documentário As 7 Idades do Rock. Londres e Nova Iorque, e o advento das bandas “punk”, o relacionamento entre a falida Nova Iorque e a violenta divisão de classes de Londres dos anos 70. Este episódio conta com entrevistas de Johnny Rotten, dos Sex Pistols; Patti Smith; The Clash; Buzzcocks; Television; The Damned, entre outros.
As 7 Idades do Rock - Ep.3 from sons musica on Vimeo.
Discos da década #4 - Sigur Rós - Agaetys Byrjun; 2000
É verdade que o disco foi editado em 99, mas só na Islândia. No resto do mundo, só chegou em 2000, e somente então as pessoas tiveram contacto com uma obra que marcou o panorama musical de uma década. É verdade que os Sigur Rós não voltaram a ser os mesmos, ora repetido fórmulas do primeiro trabalho, ora seguindo caminhos de gosto discutível. O tema Vidrar Vel Til Loftarasa deu origem a dos mais marcantes vídeos desta década e que merece ser recordado.
Domingo, Dezembro 27, 2009
Kollaps Tradixionales, novo disco dos Silver Mt. Zion em Fevereiro
Kollaps Tradixionales é o nome do próximo disco dos canadianos Thee Silver Mt. Zion Memorial Orchestra. A banda, convertida agora em quinteto, perdeu parte do nome (Tra-La-La Band) e três membros, entrando o baterista David Payant. O novo disco que irá sair a 8 de Fevereiro, promete uma significativa alteração na sonoridade, abordando os temas de forma mais blues, deixando os poderosos riffs de guitarra característicos do álbum anterior. Alguns temas fizeram parte do reportório apresentado ao vivo durante a digressão de 2008, nomeadamente metal Bird.Discos da década #3 - Robert Wyatt - Cuckooland; 2003
A música de Wyatt é de uma delicadeza atroz, simples e intrincada, mas sempre cortante como uma lâmina de uma navalha. A sua voz é como que um desfiladeiro de emoções amargas que quer transportar-nos ao seu mais pronfundo do seu sentimento mais secreto. Como já alguém disse, Cuckooland eleva a noção de música a um novo patamar.
Ponto de escuta: Just a Bit
Old Europe
Sábado, Dezembro 26, 2009
Quarta-feira, Dezembro 23, 2009
The Flaming Lips recriam Dark Side of The Moon
Já se encontra disponivel para download no iTunes, a recriação dos Flaming Lips do clássico dos Pink Floyd, The Dark Side of the Moon.
Ponto de escuta: Money
Ponto de escuta: Money
Discos da década #2 - Radiohead - Kid A; 2000
Um álbum que dispensa apresentações...
Fica aqui um pequeno documentário sobre o disco...
Fica aqui um pequeno documentário sobre o disco...
Terça-feira, Dezembro 22, 2009
Ornamento para árvore de Natal dos Flaming Lips
Wayne Coyne dos Flaming Lips traz-nos o melhor ornamento de árvore de natal de sempre! Segundo rumores, esse ornamento provoca vibrações que ajuda as pessoas a atingir uma explosão de inteligência! Esta coisa encontra-se à venda na página oficial dos Flaming Lips...
Um livro é sempre uma boa prenda de Natal #4
Por fim trago um novo livro sobre os Velvet Underground. Chama-se simplesmente The Velvet Underground e é uma compilação da autoria de Johan Kugelberg, com a colaboração de Vaclav Havel, Maureen Tucker and Jon Savage, para além de Lou Reed. O livro contém fotografias inéditas do primeiro concerto do grupo, objectos raros, posters, flyers, manuscritos de Lou Reed, artigos de jornal, partituras de John Cale, entre outras coisas. O prefácio foi escrito pelo ex-presidente da Republica checa Vaclav havel que vê na banda nova-iorquina um símbolo da liberdade criativa. Este novo livro vem juntar-se a The Velvet Underground: An Illustrated History of a Walk on the Wild Side que dei conta em aqui em Agosto. Duas boas opções para este natal. Segunda-feira, Dezembro 21, 2009
Discos da década #1 - Godspeed You Black Emperor! - Yanqui U.X.O.
Em tempo de balanço, começo hoje a recordar aqueles discos que deixaram uma marca na minha memória. Não irei apresentar lista, por isso, vou apresentando os discos que considero mais importantes sem uma ordem específica.
Começo pelo último disco dos Godspeed You Black Emperor!, Yanqui U.X.O., de 2002. Neste disco os GYBE! apresentaram um trabalho mais coeso, sem recurso a sons e vozes/discursos gravados. A banda de Montreal desceu à arena com um trabalho introspectivo, duro e cru, mas arrebatador ao longo dos seus 75 minutos. É provavelmente o melhor álbum dos canadianos, talvez o mais ambicioso, mas é sem dúvida um dos melhores e mais marcantes momentos sonoros da década.
Começo pelo último disco dos Godspeed You Black Emperor!, Yanqui U.X.O., de 2002. Neste disco os GYBE! apresentaram um trabalho mais coeso, sem recurso a sons e vozes/discursos gravados. A banda de Montreal desceu à arena com um trabalho introspectivo, duro e cru, mas arrebatador ao longo dos seus 75 minutos. É provavelmente o melhor álbum dos canadianos, talvez o mais ambicioso, mas é sem dúvida um dos melhores e mais marcantes momentos sonoros da década.
Um livro é sempre uma boa prenda de Natal #3
Chegou em Outubro às livrarias Krautrock, Cosmic Rock and its legacy editado pela Black Dog Publisching. Há 15 anos, Julian Cope editou KrautrockSampler, um dos mais importantes livros sobre a música alemã pós 1967. Este novo livro traz-nos uma visão mais abrangente dessa época, apresentando o enquadramento sócio-político da Alemanha pós-guerra.No final dos anos 60, a Alemanha vivia um período conturbado, comunas surgiam por todo o país, e consigo, uma liberdade criativa em contraste com a tradição opressora. Dos Amon Düül aos Popol Vuh, passando por Conrad Schnitzler, Kraftwerk e muitos outros, Krautrock, Cosmic Rock and its legacy traça a história de um período único na história da música. O livro é ilustrado com fotografias de concertos e conta com textos de Michel Faber, Erik Davis, David Stubbs, e contributos de Gavin Russom (Delia and Gavin/Black Meteoric Star), Plastic Crimewave, Circle, Stephen Thrower (Coil/Cyclobe), and Ann Shenton (Add N to (X), than Steven Stapleton dos Nurse With Wound e David Tibet/Current 93.
Sábado, Dezembro 19, 2009
Imagens #18

Colin Jones nasceu em Londres em 1936 e a sua vida teve um trajecto pouco comum. Começou a trabalhar ainda em criança e mais tarde enveredou pela carreira de dançarino no English Royal Ballet. Jones comprou a sua primeira máquina fotográfica no Japão, durante uma digressão. Em 62 iniciou a carreira de fotógrafo no jornal The Observer. Colin Jones é um dos mais prolíferos fotógrafos britânicos do pós-guerra. Os seus trabalhos abordam temas que vão desde a história social, a decadência das condições de trabalho na indústria, passando pela indústria musical.
Nos anos 60, a música pop e a moda criaram uma ligação estreita. A interligação entre os dois mundos foi essencial para expansão das duas indústrias. Os criadores de moda viam a nas estrelas musicais emergentes como uma oportunidade para exibirem e publicitarem as suas criações. Os artistas pop viam na moda a oportunidade de destacarem dos demais com criações originais, feitas de encomenda. Todos saíam a ganhar, incluindo a imprensa que era o meio natural de difusão rápida destas mensagens subliminares. Bandas como os Rolling Stones, The Who, David Bowie, entre muitos outros, pelo seu carisma e mediatismo, eram as estrelas perfeitas para esta simbiose. Esta fotografia representa os The Who, numa das mais famosas fotografias de Colin Jones, com a bandeira britânica em pano de fundo. Esta foto viria a tornar-se num ícone do mundo musical.
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Sexta-feira, Dezembro 18, 2009
Documentário, As 7 Idades do Rock, episódio 2
O segundo episódio da série aborda o no rock dos anos 60 e 70. Das experiências multimédia da pop-art de Andy Warhol e dos Velvet Underground, à elegância dos Gênesis de Peter Gabriel, passando pela psicadelismo dos Pink Floyd. O episódio relata a história de como a expressão teatral e conceptual chegou ao rock.
As 7 Idades do Rock - Ep.2 from sons musica on Vimeo.
Owen Pallett abandona o nome Final Fantasy
Owen Pallett, mentor do projecto Final Fantasy vai deixar de actuar sobe esse nome. Numa tentativa de tornar a sua apresentação no mundo do espctáclo mas acessível, Pallett irá apresentar-se em nome próprio. Aqui fica a explicação do próprio:
Friends,
I began playing solo violin shows in 2004. Although it was essentially a solo project, I named the band Final Fantasy, as the experience–and the tone of the material–was reminiscent of the hours and hours I had spent as an adolescent playing those epic JRPGs.
But the laws of trademark infringement exist for good reason, and so I am voluntarily retiring my band name. In the new year, my record Heartland is coming out, and it is my first to be released in many territories, including Japan. With this in mind, I feel it is in my own best interests to definitively distinguish my music from Square/Enix’s games.
So, I am no longer playing shows as Final Fantasy. Subsequent releases, including Heartland, will be issued under my own name, Owen Pallett. Prior releases will sometime soon be re-packaged and re-issued.
I thank Square/Enix their kindness and support, and I thank you all for your understanding.
Salud!
Owen
Friends,
I began playing solo violin shows in 2004. Although it was essentially a solo project, I named the band Final Fantasy, as the experience–and the tone of the material–was reminiscent of the hours and hours I had spent as an adolescent playing those epic JRPGs.
But the laws of trademark infringement exist for good reason, and so I am voluntarily retiring my band name. In the new year, my record Heartland is coming out, and it is my first to be released in many territories, including Japan. With this in mind, I feel it is in my own best interests to definitively distinguish my music from Square/Enix’s games.
So, I am no longer playing shows as Final Fantasy. Subsequent releases, including Heartland, will be issued under my own name, Owen Pallett. Prior releases will sometime soon be re-packaged and re-issued.
I thank Square/Enix their kindness and support, and I thank you all for your understanding.
Salud!
Owen
Quinta-feira, Dezembro 17, 2009
Um livro é sempre uma boa prenda de Natal #2
All That You Touch, é o primeiro livro de Symon Vegro, patrono da Fundação Syd Barrett. O livro descreve a experiência pessoal de Vegro de como um músico e uma banda pode alterar a vida de pessoa. Mais do que mais um relato sobre Syd Barrett e os Pink Floyd, Vegro aborda as suas vivências e o seu crescimento através da audição de uma das criativas britânicas. As receitas do livro revertem para a fundação que dirige. O design do livro ficou a cargo de Storm Thorgerson, como não poderia deixar de ser. A imagem da capa esteve para ser usada na capa de um dos discos dos Floyd, mas foi descartada até este momento. Quarta-feira, Dezembro 16, 2009
Um livro é sempre uma boa prenda de Natal #1
The Art of Classic Rock: Memorabilia, Tour Posters and Merchandise from the 70s and 80s é o mais recente livro editado por Rob Roth. O livro com 256 páginas contém 750 fotografias a cores de "artwork" de bandas, concertos e posters. Cada capítulo é dedicado a uma banda, sendo retratados grupos como os Rolling Stones, Queen, Pink Floyd, The Who, Led Zeppelin, entre outros. Roth coleccionou durante 40 anos tudo o que encontrava sobre estas bandas, sendo alguns objectos aqui representados bastante raros. Terça-feira, Dezembro 15, 2009
Festival do Deserto do Mali
Todos os anos lanço o barro à parede na esperança que alguma alma caridosa me pague a viagem até ao Festival do Deserto que se realiza no Mali. A esperança é a última a morrer, por isso estejam à vontade...Do cartaz deste ano fazem parte Gang Gang Dance, Afel Bocoum,Vieux Farka Touré, Oumou Sangare, Amadou & Mariam, Tinariwen, Tartit, Terakaft, Habib Koïté, Cheick Tidiane Seck,Toumani Diabaté, Bassekou Kouyaté, Fantani Touré, Haira Arby, Tialé Arby, Ahmed Fofana, Leni Stern Band, Harper Simon, Dady Dasty, The Sway Machinery, Quimi Portet, Deacon, Sept Etoiles de Diré, Oumar Konaté et Annane Sy.
A lista ainda não se encontra completa uma vez que a organização espera pela confirmação de alguns artistas. Este verdadeiro festival internacional decorrerá entre os dias 7 e 9 de Janeiro.
Os Yo La Tengo voltam a Portugal
Será em Março, como não poderia deixar de ser (esse mês começa a ficar muito complicado) para dois concertos. No dia 14, na Aula Magna, em Lisboa, e no dia seguinte, na Casa da Música, no Porto
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Yo La Tengo
Segunda-feira, Dezembro 14, 2009
Raridades dos Deerhunter disponíveis para download
Bradford Cox colocou no blogue oficial dos Deerhunther um conjunto de 10 demos raras gravadas em cassette em 2005 e mais tarde misturadas num PC. Este conjunto a que foi dado o nome Carve Your Initials Into The Walls Of The Night encontra-se agora disponível para download gratuito no blogue oficial da banda.
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Deerhunter
Domingo, Dezembro 13, 2009
Soft Machine - Live At Henie Onstad Art Centre 1971
Este disco foi gravado em 1971, contudo, é sem dúvida um dos melhores de 2009! O concerto que os Soft Machine realizaram no Centro de Arte Onstad Henie em Oslo, Noruega entra directamente para a tabela de documentos discográficos imprescindíveis a qualquer melómano. Ao contrário de outros registos ao vivo dos Soft Machine que têm visto a luz do dia, este tem uma qualidade sonora irrepreensível, tendo sido gravado de forma profissional. Este registo apresenta a formação (à época com o teclista Mike Ratledge, o saxofonista Elton Dean, o baixista Hugh Hopper e o baterista Robert Wyatt) no ponto mais alto da criatividade colectiva. O duplo CD conta somente com duas longas faixas onde explanam de forma única o álbum Third, 1970, e o que viria a ser o Forth, de 71. Esse concerto ficou marcado igualmente pela projecção de filmes de Mark Boyle, tendo criado uma atmosfera ainda mais experimental. Esta edição conta ainda com um CD-ROM que inclui extensas anotações e fotografias de concertos, um ensaio The Soft Machine Sound: An Electronic Experience Acoustic Examined, capítulos sobre a luz Mark Boyle revelado por Sebastian Boyle, uma transcrição de experimental do Soft Machine da BBC de 1970 Radiophonic sessão Workshop, e numerosas fotografias da exposição Mark Boyle arte e concertos Soft Machine na Henie Onstad Art Centre.Sábado, Dezembro 12, 2009
Imagens #17

Na semana que assinala o 20º aniversário do assassinato de John Lennon não podia deixar passar a data sem expor a imagem icónica de Annie Leivobitz, tirada 4 horas antes da morte de Lennon. A fotografia pode funcionar como um documento, como memória, como história, como a arte. Uma fotografia transcende e é transportada no tempo, apesar de ser congelada por um momento, uma intimidade, um piscar de olhos.
Sexta-feira, Dezembro 11, 2009
História da música electrónica, concreta e experimental #4
No seu manifesto “A Arte do ruído” de 1913, Russolo descreve através da história a passagem do silêncio ao som e da transformação do ruído em ruído sonoro e musical. Ele argumentou que a gama limitada dos instrumentos musical da sua época não podia satisfazer a sede acústico do homem moderno.
"Vamos atravessar uma grande capital moderna, com os ouvidos mais atentos do que os nossos olhos e entraremos no jogo de distinguir o redemoinho da água, ar e gás nos tubos de metal, a palpitação das ondas, o ir e vir dos pistões, o uivo de serras mecânicas, os solavancos das rodas nos trilhos, o estalido dos chicotes, o agitar das bandeiras.
Nós gostamos de criar orquestrações mentais do descer das persianas metálicas das lojas, o som das portas que batem, o burburinho das multidões e da sua agitação, a variedade de sons das estações, das estradas, fundições de ferro, girar moinhos, impressão, centrais hidroeléctricas e linhas de metropolitano "
As "máquinas de ruído Intonorumori" ou eram uma família de geradores de som acústico projectado por Russolo para criar a paleta de som no "Art Of Noises". As máquinas tinham um aspecto rudimentar: caixas sólidas de diversos tamanhos, cada uma equipada com um altifalante de metal enorme. Russolo e a sua assistente Piatti aperfeiçoaram os aparelhos para o seu primeiro concerto em 1914.
"Foi necessário, por razões práticas que os intonarumoris fossem tão simples quanto possível...., e isso conseguimos fazer. É suficiente dizer que uma única membrana esticada colocado na posição, permite, quando a tensão, uma variada uma escala de mais de dez notas, com todas as passagens de semitons, quartos-de-tons e até mesmo as menores fracções de tons.
A preparação do material para os diafragmas é realizada com banhos químicos especiais e varia de acordo com o timbre necessário. Ao variar a maneira que o diafragma é movido outros tipos de timbres de ruído podem ser obtidos mantendo a possibilidade de variar o tom "
Em 1914, Russolo e Marinetti deu 12 espectáculos do "Intonorumori" no Coliseu de Londres, os desempenhos foram, aparentemente, calorosamente aplaudido e Marinetti alegou que 30.000 pessoas testemunharam a música do futuro.
Os dias heróicos das máquinas de ruído terminaram após a primeira guerra mundial. Russolo sofreu ferimentos graves na cabeça durante a guerra e depois de uma longa convalescença deixou a Itália e mudou-se para Paris, onde continuou a trabalhar nas máquinas de ruídos. Os seus concertos, durante a década de 1920 em Londres causaram polémica feroz, mas também impressionou vários compositores importantes como o Milhaud, Ravel, Honegger e o “profeta do futuro” avant garde Edgard Varèse.
"Vamos atravessar uma grande capital moderna, com os ouvidos mais atentos do que os nossos olhos e entraremos no jogo de distinguir o redemoinho da água, ar e gás nos tubos de metal, a palpitação das ondas, o ir e vir dos pistões, o uivo de serras mecânicas, os solavancos das rodas nos trilhos, o estalido dos chicotes, o agitar das bandeiras.
Nós gostamos de criar orquestrações mentais do descer das persianas metálicas das lojas, o som das portas que batem, o burburinho das multidões e da sua agitação, a variedade de sons das estações, das estradas, fundições de ferro, girar moinhos, impressão, centrais hidroeléctricas e linhas de metropolitano "
As "máquinas de ruído Intonorumori" ou eram uma família de geradores de som acústico projectado por Russolo para criar a paleta de som no "Art Of Noises". As máquinas tinham um aspecto rudimentar: caixas sólidas de diversos tamanhos, cada uma equipada com um altifalante de metal enorme. Russolo e a sua assistente Piatti aperfeiçoaram os aparelhos para o seu primeiro concerto em 1914.
"Foi necessário, por razões práticas que os intonarumoris fossem tão simples quanto possível...., e isso conseguimos fazer. É suficiente dizer que uma única membrana esticada colocado na posição, permite, quando a tensão, uma variada uma escala de mais de dez notas, com todas as passagens de semitons, quartos-de-tons e até mesmo as menores fracções de tons.
A preparação do material para os diafragmas é realizada com banhos químicos especiais e varia de acordo com o timbre necessário. Ao variar a maneira que o diafragma é movido outros tipos de timbres de ruído podem ser obtidos mantendo a possibilidade de variar o tom "
Em 1914, Russolo e Marinetti deu 12 espectáculos do "Intonorumori" no Coliseu de Londres, os desempenhos foram, aparentemente, calorosamente aplaudido e Marinetti alegou que 30.000 pessoas testemunharam a música do futuro.
Os dias heróicos das máquinas de ruído terminaram após a primeira guerra mundial. Russolo sofreu ferimentos graves na cabeça durante a guerra e depois de uma longa convalescença deixou a Itália e mudou-se para Paris, onde continuou a trabalhar nas máquinas de ruídos. Os seus concertos, durante a década de 1920 em Londres causaram polémica feroz, mas também impressionou vários compositores importantes como o Milhaud, Ravel, Honegger e o “profeta do futuro” avant garde Edgard Varèse.
Joan Baez vem a Portugal
Será em Março (esse mês começa a ficar lotado...), nos dias 8 e 10, na Casa da Música, no Porto, e no Coliseu, em Lisboa.
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Joan Baez
Quinta-feira, Dezembro 10, 2009
Portishead, Chase the Tear
A Amnistia Internacional apresenta um novo tema dos Portishead para assinalar o dia dos Direitos Humanos. O tema chama-se Chase The Tear e encontra-se à venda no formato digital no página 7digital.com. O dinheiro reverte para a Amnistia International.
Portishead - Chase The Tear from Mintonfilm on Vimeo.
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Portishead
Tangerine Dream ao vivo em Portugal em 2010
Será em Março, no dia 25, no Coliseu de Lisboa, pelas 21h30. Os bilhetes custam entre 20 e 45 euros.
Quarta-feira, Dezembro 09, 2009
Documentário, As 7 Idades do Rock, episódio 1
A BBC exebiu em 2004 o documentário 7 Idades do Rock, dividido em 7 partes, sobre a história e a evolução do gênero musical que o modo de pensar da humanidade, transgressor e subversivo, amado e odiado, o Rock n Roll. Explorando épocas chaves da história da música como o blues britânico, passando pelo rock psicodélico do fim dos anos 60, a explosão do punk de 70 e a ascensão do grunge, acabando no indie rock contemporâneo. Os programas contam com entrevistas e imagens inéditas de bandas como os Rolling Stones, Pink Floyd, David Bowie, Sex Pistols, Black Sabbath, U2, The Smiths e Oasis, entre outras. Nas próximas semanas colocarei as restantes partes.
No primeiro episódio, o programa aborda o início dos anos 60, uma geração de adolescentes britânicos rebeldes, que cresceu ouvindo o som cru do blues americano, começou a inventar seu próprio som. Bandas como Rolling Stones e The Who forneceram a banda sonora da rebeldia que viria a cracterizar o novo movimento musical.
A legendagem do programa é da autoria do blogue Arapa Rock Motor.
No primeiro episódio, o programa aborda o início dos anos 60, uma geração de adolescentes britânicos rebeldes, que cresceu ouvindo o som cru do blues americano, começou a inventar seu próprio som. Bandas como Rolling Stones e The Who forneceram a banda sonora da rebeldia que viria a cracterizar o novo movimento musical.
A legendagem do programa é da autoria do blogue Arapa Rock Motor.
As 7 Idades do Rock - Ep.1 from sons musica on Vimeo.
Terça-feira, Dezembro 08, 2009
Sisterworld, o novo disco dos Liars sai em Março
Sisterworld é o nome do próximo disco dos Liars e está previsto ser editado no dia 9 de Março de 2010. Entretanto já pode ouvir o primeiro tema do novo álbum, Scissor.
Ponto de escuta: Scissor
Jack Rose, 1971 - 2009
Nos últimos dias tenho andado um pouco desligado do mundo e somente hoje tive conhecimento da notícia da morte de Jack Rose, que pessoalmente, é um dos melhores guitarristas de sempre e cuja obra deixa uma marca profunda no panorama musical.
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Jack Rose
Exposição de fotografia de Bob Gruen sobre John Lennon

No dia 8 de Dezembro de 1980, Bob Gruen, um dos mais conhecidos fotógrafos de música tinha encontrod marcado com John Lennon para lhe mostrar as últimas fotografias que tinha tirado ao ex-Beatle, dois dias antes. Chegou tarde e já não encontrou o seu amigo que havido sido assassinado nessa noite. Gruen era desde 72 amigo e fotógrafo pessoal do casal Lennon. Bob Gruen organizou a exposição John Lennon and the New York City Years, no Rock & Roll Hall of Fame, onde reune fotografias, vídeos, cartas, desenhos, originais de letras de músicas, objectos, inse destaca o famoso Green Card, alguns expostos pela primeira vez.
A fotografia de Lennon com a t-shirt "New York" é uma das mais conhecidas do fotógrafo e uma afirmação pessoal de Lennon ao demonstrar o seu afecto pela cidade que afirmava ser a sua.
A fotografia de Lennon com a t-shirt "New York" é uma das mais conhecidas do fotógrafo e uma afirmação pessoal de Lennon ao demonstrar o seu afecto pela cidade que afirmava ser a sua.
Sexta-feira, Dezembro 04, 2009
Imagens #16

Tobias Ott nasceu na Alemanha em 1976 e é conhecido pelos seus trabalhos nas áreas da tipografia, arte e design com foco em fotografia, xilogravura, colagens, livros de cópia única e cinema experimental. As suas obras são inspiradas em cemitérios e lugares melancólicos. Tobias escreve poemas, e gosta de fotografia abstrata fotos e de street art. Não realizou muitos trabalhos na área musical mas deixou uma marca pessoal na obra produzida. Não é de admirar ter escolhido os Silver Mt. Zion para realizar parte da sua obra no campo da fotografia musical, pois os Silver Zion encaixam perfeitamente no perfil de Ott.
Quinta-feira, Dezembro 03, 2009
Quarta-feira, Dezembro 02, 2009
Os Velvet Underground juntam-se de novo...
... para conversar sobre si próprios... Irá acontecer no próximo dia 8 de Dezembro na Biblioteca Pública de Nova York. Lou Reed, Maureen Tucker e Doug Yule vão participar num debate com o jornalista David Fricke sobre música e o legado da banda.
Para além do encontro, a banda também é tema de “The Velvet Underground: New York art”, uma nova compilação de fotografias inéditas, ilustrações e capas criadas pelo artista plástico Andy Warhol, manuscritos de Lou Reed com letras de músicas, reportagens e pôsteres. As imagens foram compiladas em livro por Johan Kugelberg e publicadas pela editora italiana Rizzoli.
Para além do encontro, a banda também é tema de “The Velvet Underground: New York art”, uma nova compilação de fotografias inéditas, ilustrações e capas criadas pelo artista plástico Andy Warhol, manuscritos de Lou Reed com letras de músicas, reportagens e pôsteres. As imagens foram compiladas em livro por Johan Kugelberg e publicadas pela editora italiana Rizzoli.
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