O tempo, disponibilidade e a vontade para aqui escrever tem sido pouca. Não sei por quanto tempo será esta pausa, mas espero, no entanto que seja curta. Até lá, o meu muito obrigado a todos os que por aqui passaram.
Tago Mago, o segundo disco dos germânicos CAN ficou marcado pela mudança de formação da banda. Michael Mooney, ex-soldado americano, vocalista original, deixa a o grupo, tendo sido substituído por Damo Suzuki. Tago Mago marca um novo paradigma música da banda, enveredando por novos caminhos, assente numa secção rítmica hipnótica, apresenta uma sonoridade falsamente minimalista, construída por camadas que gradualmente vão evoluindo até atingirem a exaustão das mesmas.
A edição de comemoração do 40º aniversário inclui um CD ao vivo com três temas.
Este nome não dirá nada a muito boa gente no nosso país, mas este trio de japonesas arrastam uma legião de fãs incondicionais. Confesso que perdi o rasto desta banda há alguns anos e continuo a não perceber o que se passa com os progamadores de concertos (certamente ocupados a organizar festivais de música de pastilha elástica...). Criadoras de um rock tribal, minimalista mas repleto de (boa) distorção, as Nisennenmondai apresentam-se hoje no Porto, mais concretamente no Plano B, e, amanhã, na ZDB, em Lisboa. A primeira parte é da responsabilidade dos regressados Lobester.