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terça-feira, fevereiro 22, 2011

Uma Viagem Pelos Blues #11 - Leroy Carr; How Long How Long Blues

Leroy Carr nasceu em Nashville, no Tennessee, em 27 de Março de 1905. A sua família vivia, na zona norte da cidade, não muito longe da Fisk University, e seu pai John Carr trabalhava como porteiro na vizinha Universidade de Vanderbilt. Após o divórcio de seus pais, Carr foi viver com a sua mãe para Louisville, Kentucky, e depois de Indianápolis, Indiana, uma cidade em plena fase de crescimento devido à indústria automóvel. Foi em Indianápolis que Lery aprendeu, sozinho, a tocar piano.

Após a passagem obrigatória pelo exercito e de diversos trabalhos, Carr começou a ter oportunidade de tocar em diversos bares, nos arredores da cidade, normalmente mal frequentados e onde o álcool, na altura proibido, era contrabandeado. Carr era conhecido como um notório alcoólatra e contrabandista. O seu envolvimento no contrabando permitiu o encontro com Scrapper Blackwell, que viria a ser um dos melhores guitarristas de blues. Carr e Blackwell gravaram diversos temas juntos para a editora Vocalion, sendo o primeiro, e o mais famoso, "How Long, How Long Blues", em 1928.

Apesar de Car não ser um instrumentista virtuoso, contudo, segundo os historiadores de música, o tema "How Long, How Long Blues" teve um efeito revolucionário na música popular americana. Apesar de ter morrido ainda novo, Carr deixou um considerável legado musical, com um blues melódico que atraiu, sobretudo, o público negro urbano sofisticado.

Carr morreu devido a uma doença relacionada com o álcool quando tinha somente 30 anos.


Ponto de escuta: How Long How Long Blues
577302336 by sonsmusica

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Uma Viagem pelos Blues #10 - Robert Johnson; Hell Hound On My Trail

Robert Johnson nasceu em Hazlehurst, no Mississípi, sendo a sua data de nascimento ainda hoje alvo de controvérsia. Os diferentes registos apontam para diferentes datas, sendo provável que tenha nascido entre os anos de 1909 e 1912. Johnson apenas gravou 29 temas originais em duas sessões de gravação, em 1936 e 1937.

Robert Johnson é apontado frequentemente como o maior cantor de blues de todos os tempos. Apesar de não ser uma das primeiras estrelas do delta blues, o seu trabalho revolucionou o estilo de execução, onde imperava uma técnica apreciável, com recurso a riffs mais elaborados e maior ênfase no uso das cordas graves para criar um ritmo regular. Como tantos outros bluesman, Johnson foi influenciado por nomes como Son House, Leroy Carr, Kokomo Arnold e Charley Patton. Johnson tocou com Sonny Boy Williamson e Howlin’ Wolf. O estilo de Johnson viria a marcar várias gerações de músicos, nomeadamente Muddy Waters, Elmore James e a vaga de blues eléctrico de Chicago dos anos 50. Artistas como os The White Stripes, Eric Clapton e os Rolling Stones tocaram versões de temas de Johnson.

Como a generalidade dos bluesmans, os mitos rodeiam a vida de Johnson. Um dos mais populares refere que o músico vendeu a sua alma ao diabo em troca de dotes musicais, no cruzamento das estradas 61 e 49 em Clarksdale, no Mississípi. Esse mito foi difundido principalmente por Son House apoiado pelas letras de temas como Crossroads Blues, Me and the Devil Blues e Heelhound on My Trail. Esse episódio é frequentemente contado em filmes como Crossroads de 1896 e em séries televisivas como Supernatural.

Em 1938 durante uma apresentação no bar "Tree Forks" Johnson bebeu whisky envenenado supostamente preparado pelo dono do bar. Segundo consta, Johnson estaria a namoriscar a mulher do dono do bar. Apesar de ter recuperado do envenenamento, viria a contrair uma pneumonia, tendo morrido 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938. Contudo a sua causa de morte também não é pacífica, pois há quem afirme que Johnson terá morrido de sífilis, havendo outro que garantem que ele foi assassinado. A sua certidão de óbito apenas diz nas causas de morte “No Doctor”.

Ponto de escuta: Hell Hound On My Trail

sexta-feira, setembro 24, 2010

Uma Viagem pelos Blues #9 - Howlin Wolf; Smokestack Lightning

Chester Arthur Burnett, mais conhecido por Howlin Wolf é um dos mais influentes bluesman do chamado electric blues. Wolf nasceu a 10 de Janeiro de 1910 em White Station, no Mississipi, perto de West Point. Na sua infância foi-lhe dada a alcunha Big Foot Chester e Bull Cow, devido ao seu tamanho. Em adulto, Wolf chegou a pesar mais de 130 quilos, e media 1,98 metros. A alcunha de Howlin Wolf foi-lhe atribuída devido ao facto de gostar de ouvir histórias sobre lobos, sobretudo as que o seu avô lhe contava.

Muito cedo, Wolf foi viver com o seu tio Will Young, após a separação dos seus pais. Gertrude, a sua mãe, entregou-o aos cuidados do tio, uma vez que ele não queria trabalhar na fazenda. Vítima de maus tratos, Wolf fugiu de casa aos 13 anos, tendo feito (segundo rezam as crónicas) 140 km ao pé e descalço, para ir ter com o seu pai.

Wolf conheceu no inicio dos anos 30 Charley Patton, um dos mais populares bluesman do delta. Em resultado da sua amizade, Patton ensinou-o a tocar guitarra, tendo tocado por diversas vezes juntos. Durante a década de 30, Wolf tocou pelo Sul, tanto a solo, e acompanhar por músicos de renome como Floyd Jones, Johnny Shines, Wille Brown, Sonny Boy Williamson II, Son House, entre outros. Em 41 foi recrutado pelo exército, nunca tendo conseguido adaptar-se à vida militar. Dois anos mais tarde deixou o exército sem nunca ter sido enviado para a guerra.

A sua primeira gravação foi efectuada em 1951, tendo no seu curriculo diversos álbuns que são hoje referênciados como marcos na história da música.

Ao contrário de muitos músicos de blues, Wolf foi bem sucedido financeiramente, evitando o álcool e o jogo. Aos 40 anos, Wolf regressou à escola, onde estudou contabilidade. O seu sucesso financeiro permitiu pagar aos seus músicos, para além de um bom salário, seguros de saúde, entre outras regalias. Na década de 70 Wolf teve vários ataques cardíacos e problemas graves de rins resultado de um acidente de viação. Chester Arthur Burnett viria a morrer em 1976 devido a complicações da doença renal.



quinta-feira, agosto 26, 2010

Uma Viagem pelos Blues #8 - John Thomas Wrencher; How Many More Years

John Thomas Wrencher nasceu em Sunflower, no Mississippi, a 12 de Fevereiro de 1923. Desde muito novo Wrencher demonstrou interesse pela música, nomeadamente pela hamónica, tendo trabalhado como musico intenerante no Tennessee, no Missouri, em Indiana e no Illinois. Na década de 40 mudou-se para Chicago onde tocou com Jimmy Rogers, Claude "Blue Smitty" Smith e John Henry Barbee na Maxwell Street. Na década seguinte mudou-se para Detroit onde trabalhou com Baby Boy Warren. Por essa época formou o seu trio.

Em 1958, Wrencher perdeu o braço esquerdo em resultado de acidente de viação. Apesar do sucedido, a sua actividade musical não baixou de ritmo, tendo gravado diversos discos, inclusivamente na Europa, durante uma digressão.

John Thomas Wrencher morreu devido a ataque cardiaco em 1977 no Mississippi, numa barbearia, quando se preparava para ir visitar a família.


quarta-feira, agosto 04, 2010

Uma Viagem pelos Blues #7 - Weepin' Willie Robinson

William Lorenzo Robinson, mais conhecido por Weepin' Willie Robinson, apenas gravou um disco e fê-lo somente aos 72 anos. Contudo, o seu legado permanece na memória de quem o ouviu ao longo de mais de 50 anos de carreira.

Willie Robinson nasceu a 6 de Julho de 1926 em Atlanta. Na sua juventude colheu algodão e frutas com sua família na Costa Leste. Mais tarde foi viver para Boston onde iniciou a sua carreira musical.

Após ter estado no Exército nos anos 40, o cantor tornou-se mestre-de-cerimónias no clube de blues Trenton, em Nova Jersey, onde viria a conheceu B.B. King. Robinson actuou com Steven Tyler e Bonnie Raitt, e apenas gravou um disco “At Last Time”, aos 72 anos. Em 2005 vivia na rua e não mantinha contacto com a sua família. Alguns cantores de blues souberam da situação e realizaram um concerto para angariar fundos para assegurar que o artista teria roupas e comida. Após esse concerto, Robinson voltou a tocar em clubes locais, próximos do lar onde passou a viver. Robinson morreu em 2007, aos 81 anos num incêndio que deflagrou quando e fumava na cama.


terça-feira, maio 25, 2010

Uma Viagem pelos Blues #6 - T-Bone Walker; Travelin Blues

T-Bone Walker nasceu em Linden, no Texas, sendo de descendência afro-americano e cherokee. Durante a sua infância, a sua família mudou-se para Oak Cliff, a sul de Dallas, onde viria a conhecer Blind Lemon Jefferson, com quem viria a aprender a tocar guitarra. A sua primeira gravação conhecida data de 1929, sob o nome Oak Cliff T-Bone.

No entanto, o seu som característico só viria a ser reconhecido em 1942 quando gravou Mean Old Word. Os seus solos de guitarra eléctrica são reconhecidos como sendo dos primeiros nas gravações de blues modernos. O auge da sua carreira surgiu na década de 50 com o lançamento de diversos discos.

Na década seguinte a sua carreira entre em declínio, vindo a morrer em 75, com 64 anos. Walker influenciou diversos músicos. BB King afirmou que pegou pela primeira vez numa guitarra após ter ouvido um disco de Walker. Jimi Hendrix considerava Walker como o seu herói de infância, tentando imita-lo ao longo da sua curta carreira.

Ponto de escuta: Travelin Blues

terça-feira, abril 13, 2010

Uma Viagem pelos Blues #5 - Blind Willie Johnson; Dark Was The Night

Blind Willie Johnson nasceu 1897, em Marlin, no Texas. Antes da descoberta da certidão de óbito, os investigadores admitiam que Johnson teria nascido em Temple, igualmente no Texas. Aos cinco anos, disse ao seu pai que queria ser pastor na igreja local. A sua mãe morreu pouco tempo depois, tendo o seu pai casado novamente. Ainda na sua juventude, Johnson construiu uma guitarra, que ficou conhecida como “cigar box guitar”.

Willie Johnson não nasceu cego, como muitos afirmam, no entanto, desconhecesse quando e como perdeu a visão. Segundo a versão de Angeline Johnson, Willie terá perdido a visão aos sete anos, quando a madrasta terá atirado uma garrafa com ácido ao rosto do jovem Willie, num acto de vingança por o seu marido ter descoberto que traia-o com outro homem. Angeline era uma jovem cantora quando casou com o pai de Willie, sendo irmã do guitarrista de blues L.C. Robinson.

Ainda novo, Willie tocava uma guitarra de doze cordas, oferecida pelo seu pai, e tocava numa esquina da sua cidade natal, onde ganhava alguns trocos.
Os primeiros temas gravados por Blind Willie foram em Dezembro de 1927, tendo gravado então seis temas que se tornaram as suas músicas mais conhecidas. If I Had My Way, era sobre Sanção e Dalila, e o seu tema mais conhecido, Dark Was The Night, fala sobre a crucificação de Cristo. Entre os anos 27 e 30, Willie gravou trinta novos temas, tendo, em catorze delas, sido acompanhado por Willie B. Harris.

Muitos foram os artistas que gravaram versões dos seus temas, nomeadamente, Bob Dylan, Eric Cplaton e Ry Cooder.

Blind WillieJohnson morreu em 1950, tendo gravado quinze álbuns.

Ponto de escuta: Dark Was The Night



1-05 dark was the night -- by Sons de Musica

sexta-feira, março 19, 2010

Uma Viagem pelos Blues #4 - Floyd Council; Runway Man Blues

Depois de ter aqui falado sobre Pink Anderson, não poderia deixar de escrever sobre Floyd Council, o outro bluesman que contribui para o nome dos Pink Floyd. Council nasceu no dia 2 de Setembro de 1911 na Carlina do Norte, tendo começado a sua carreira nos anos 20 nas ruas Chapil Hill, onde nasceu, com os irmãos Leo e Strowd Thomas.

A sua primeira gravação ocorreu nos anos 30, graças a Blind Boy Fuller, com quem trabalhou ocasionalmente. São 27 os temas que alegadamente Floyd gravou, embora uma boa parte delas tenha sido como músico de apoio. Apesar de ter tocado por diversas vezes em Nova Iorque, a generalidade das suas actuações ocorreram na sua terra natal, nomeadamente, na rádio local.

Nos anos 60, Floyd deixou de tocar devido a uma doença que lhe paralisava um braço, tendo morrido em 1976. Não deixa de ser curioso que o seu nome é mais conhecido por ter dado origem ao nome de uma banda psicadélica do que pelos méritos como músico…


Ponto de escuta: Runway Man Blues

quarta-feira, março 10, 2010

Uma Viagem pelos Blues #3 - Son House; Death Letter

Eddie James House, Jr., mais conhecido como Son House, foi um influente cantor e guitarrista de Blues. Como acontece com quase todos músicos desta época, a sua data de nascimento é controversa. Ainda que os registos legais indiquem 21 de Março de 1902, o próprio Son House deu informações contraditórias ao longo de sua carreira: que estaria na meia-idade durante a Primeira Guerra Mundial, que tinha 79 anos em 1965 e que havia nascido em 1886. Sabe-se no entanto, que nasceu em Riverton, no Mississípi.

Após matar um homem, alegadamente em auto-defesa, passou algum tempo preso na Fazenda Parchman, uma penitenciária de segurança máxima em Parchman, no Mississippi. Ao contrário de alguns guitarristas das décadas de 1920 e 1930, House não era um virtuoso, e não há nada de impressionante na sua técnica. Contudo, compensava a sua falta de técnica com um estilo inovador, com ritmos fortes e repetitivos, muitas vezes tocados com a ajuda da técnica de slide. A sua música era dançante, perfeita para ser tocada em ambientes barulhentos como bares e salões de dança.

House tocou com Charley Patton, Willie Brown, Robert Johnson, "Fiddlin'" Joe Martin, e Leroy Williams, sendo uma importante influência para Muddy Waters e Robert Johnson, que levariam sua música a novos horizontes. Deve-se a House o boato de que Johnson vendeu sua alma em troca da proeza para tocar guitarra.

Son House gravou para a Paramount Records em 1930 e para Alan Lomax da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos no início da década de 1940. Fez poucas aparições públicas até os blues e o country terem ganho novo folgo nos anos 60. A partir de então, efectuo diversas digressões pelos Estados Unidos e pela Europa, e gravou novos temas pela editora CBS.

House influenciou bandas de rock como o White Stripes, que gravou uma versão de sua música Death Letter no álbum De Stijl. No início da década de 1970, devido a diversos problemas de saúde, deixou de aparecer em público tendo morrido em Detroit, no Michigan, em 1988.


quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Uma Viagem pelos Blues #2 - Charley Patton; Ponny Blues

Robert Palmer considera-o como o músico mais importante que a América já produziu no século XX. Charlie Patton, mais conhecido cpor Charley Patton, foi uma das primeiras grandes estrelas do Delta Blues. Patton, nasceu em Hinds County, Mississipi, perto de Edwards, a 1 de Maio de 1891, mas viveu grande parte de sua vida em Sunflower County, no Delta do Mississipi. Várias fontes dizem que nasceu em 1891, mas ainda há dúvidas sobre isso. Em 1900, entretanto, sua família viajou 160km para norte para a lendária Dockery Plantation, uma fazenda perto de Ruleville, Mississipi. Foi lá que John Lee Hooker e Howlin’ Wolf aprenderam com Patton. Também Robert Johnson tocou guitarra pela primeira vez. Na Dockery, Charlie ficou sob a tutela de Henry Sloan, que tinha um novo e incomum estilo de tocar música sendo hoje considerado como sendo “blues primitivo”. Charlie aprendeu com Sloan, e por volta dos 19 anos já era um talentoso músico e compositor, tendo escrito Pony Blues - uma música que iria ser um ícone duma era. Era extremamente popular no sul dos Estados Unidos, e em contraste com os outros músicos itinerantes da sua época, Patton foi convidado para tocar em plantações e tavernas. Muito antes de Jimi Hendrix impressionar sua plateia com seu estilo exuberante de tocar guitarra, Patton ganhou notoriedade por ser um “showman”, frequentemente tocava a guitarra de joelhos, atrás de sua cabeça e atrás das costas. Apesar de Patton ser um pequeno homem de baixa estatura, há rumores que o som da sua voz - carregada de whiskey e cigarros - alcançava mais de 450m sem amplificadores. Essa potente voz foi a principal influência no estilo de cantar de um dos seus estudantes, Howlin’ Wolf. Patton mudou-se para Holly Ridge, Mississipi com sua esposa e sua parceira de gravações Bertha Lee em 1933. Morreu em Heathman-Dedham perto de Indianola, de uma doença do coração, em 28 de Abril de 1934. E está enterrado em Holly Ridge. Apenas uma fotografia de Charlie Patton é conhecida, embora a sua autenticidade seja contestada. Embora fosse considerado Afro-americano, por causa de sua tez clara subsistem rumores de que ele era Mexicano, ou Cheroqui, Uma teoria apoiada pelo Howlin 'Wolf. Na realidade, Patton era uma mistura de brancos, negros e Cherokee (uma de suas avós era uma puro-sangue Cherokee).


Ponto de escuta: Ponny Blues

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Uma Viagem pelos Blues #1 - Pink Anderson, That's No Way To Do It

Pink Anderson nasceu a 12 de Outubro de 1900 em Lawrence, na Carolina do Sul. Em 1914 juntou-se a Dr. Kerr da “Indian Remedy Company” para entreteter as multidões. Anderson cantava, dançava e contava anedotas enquanto Kerr vendia uma mistela com supostas qualidades medicinais. Dois anos mais tarde, Anderson conheceu Simmie Dooley em Spartanburg, com quem aprendeu a cantar “blues” e com quem tocava em espectáculos não organizados. Pink Anderson apenas gravou alguns temas nos anos 60 e em 63 chegou a entrar no filme The Bluesmen.

No entanto, não deixa de ser curioso que a sua relativa fama adevem de Syd Barrett ter utilizado parte do nome do cantor norte-americano à banda britânia Pink Floyd.

Ponto de escuta: That's No Way To Do It