Brian Eno irá lançar no próximo dia 2 de Novembro o seu novo trabalho, Small Craft On a Milk Sea. Eno revelou hoje pormenores da edição de colecionador, que inclui art work e um CD extra que pode ser visto aqui, e também um dos temas do novo disco. 2 Forms of Anger, pode ser ouvido em streaming.
O filme completo do novo álbum de Neil Young, Le Noise, realizado por Adam Vollick, pode ser visto agora no youtube. Enquanto a edição Blue-Ray não é editada, podemos ver internet...
Uma das características que mais ressalta dos Cloudland Canyon é a capacidade de mudar a sua sonoridade de disco para disco sem alterar a filosofia intrínseca da banda. No terceiro álbum, Fine Eaves a maior mudança será mesmo a alteração de line up da formação. Simon Wojan, um dos membros fundadores, deixou a banda, tendo sido substituído por Kelly, colega de andanças de Kip Uhlhorn’s. A banda também mudou de editora, trocando a Kranky pela mais desconhecida Holy Moutain.
Para quem não conhece estes Cloudland Canyon, eles praticam uma música ambiente agressiva, transpirando influências de bandas germânicas como os Cluster e os Faust, combinando paisagens sonoras (sem nunca cair nas imagens idílicas) com texturas múltiplas e uma estrutura musical intrincada. Fine Eaves mantém as características chaves, combinando as belas paisagens sonoras com o noise, mas, mais uma vez difere dos anteriores discos em pormenores subtis que marcam a diferença.
Os temas (9) sucedem-se sem distinção entre elas, criando uma homogeneidade que percorre todo o álbum. Em muitos aspectos, Fine Eaves, aproxima-se da indie pop, fazendo lembrar em algumas passagens, uns Animal Collective em tempos de Merriweather Post Pavillion, mas felizmente, não recorrem aos maneirismos da pop. Aliás, a estrutura musical foge como o diabo da cruz das estruturas convencionais da pop, procurando progredir para além das complexas influências do krautrock dos anos 70 e do synth avant-pop do século XXI. A complexidade obriga a repetir a audição do disco. Ouvir o disco em altos berros ou em sussurro, a experiência sonora é completamente diferente. Com o som baixo, ressaltam as ricas texturas que ajudam a criar um hipnotismo psicadélico que nos transporta para outra dimensão. Com o som alto apercebemo-nos da real dimensão do ruído empregue na elaboração deste trabalho. Em resumo, Fine Eaves não é de todo um disco de audição fácil, requer muito do ouvinte e talvez por isso, estará condenado a passar ao lado de muito boa gente, o que é uma pena.
Siskiyou é um novo projecto de Colin Huebert cujas raízes remontam aos Great Lake Swimmers em conjunto com Erik Arnesen. Enquanto Arnesen permanece nos GLS, Huebert lançou-se a tempo inteiro ao novo projecto. A sonoridade (em comparação com a sua antiga banda) é mais frágil, com arranjos acústicos orgânicos, e provavelmente mais cativantes. Definitivamente, o som é mais lo-fi, tendo o álbum sido gravado em casas de banho, em vãos de escada, em quartos de hotel, em praias, e em cima de telhados (!), tudo na área de Vancover. Huebert afirma que a sonoridade do disco reflecte a paisagem dessa região canadiana. E é mesmo isso que transpira por todo o álbum, paisagens sonoras atmosféricas, calmas, de uma beleza frágil e simultaneamente arrebatadora.
Se em disco tudo isto resulta muito bem, ao vivo, com o ambiente apropriado, a experiência deve ser quase religiosa. Felizmente não deverá ser preciso esperar muito tempo para puder ouvir em Portugal, muito provavelmente em Leiria, no Fade In…
“Para os músicos que apoiam as pessoas que sofrem há muito tempo na Palestina, o silêncio não é simplesmente uma opção” – Robert Wyatt
Para quem como eu anseia por novos lançamentos de Wyatt, mesmo que seja uma colaboração em trabalhos de outros, eis uma boa notícia. No próximo dia 11 de Outubro irá ser lançado o álbum For the Ghost Whitin com material de Wyatt, Gilad Atzmon e Ros Stephen. O trio irá tocar nos dias 12 e 13 de Outubro no Scala de Londres no âmbito do Jazza Music Festival, um espectáculo com vista à angariação de fundos para organizações humanitárias que operam na faixa de Gaza.
Por razões várias, a música de Nick Cave sempre me passou um pouco ao lado, não tendo até ao momento aprofundado convenientemente o seu espólio musical. No entanto, com o seu projecto Grinderman, comecei a prestar mais atenção ao homem de bigode farfalhudo com distinta voz negra.
Depois de um primeiro registo bem sucedido, Cave regressa com novo disco, ainda mais psicadélico (diria), e sobretudo, mais stoner, apoiado nas linhas pesadas da guitarra baixo e ocasionalmente entra num registo mais noise, mas coisa pouca. No geral, a música tornou-se mais intimista, mais ornamentada e consistente. O sentido de humor característico de Cave mantêm-se, e as letras alimentadas a sexo e violência ajudam a condimentar o álbum. O resultado final revela-se ser, à primeira vista, algo menos interessante do que o trabalho anterior. Contudo, julgo que a ideia de não realizar uma cópia de ideias do primeiro disco é um dos trunfos deste novo registo, demonstrando a capacidade de Cave e companhia de explorarem novos caminhos.
Chester Arthur Burnett, mais conhecido por Howlin Wolf é um dos mais influentes bluesman do chamado electric blues. Wolf nasceu a 10 de Janeiro de 1910 em White Station, no Mississipi, perto de West Point. Na sua infância foi-lhe dada a alcunha Big Foot Chester e Bull Cow, devido ao seu tamanho. Em adulto, Wolf chegou a pesar mais de 130 quilos, e media 1,98 metros. A alcunha de Howlin Wolf foi-lhe atribuída devido ao facto de gostar de ouvir histórias sobre lobos, sobretudo as que o seu avô lhe contava.
Muito cedo, Wolf foi viver com o seu tio Will Young, após a separação dos seus pais. Gertrude, a sua mãe, entregou-o aos cuidados do tio, uma vez que ele não queria trabalhar na fazenda. Vítima de maus tratos, Wolf fugiu de casa aos 13 anos, tendo feito (segundo rezam as crónicas) 140 km ao pé e descalço, para ir ter com o seu pai.
Wolf conheceu no inicio dos anos 30 Charley Patton, um dos mais populares bluesman do delta. Em resultado da sua amizade, Patton ensinou-o a tocar guitarra, tendo tocado por diversas vezes juntos. Durante a década de 30, Wolf tocou pelo Sul, tanto a solo, e acompanhar por músicos de renome como Floyd Jones, Johnny Shines, Wille Brown, Sonny Boy Williamson II, Son House, entre outros. Em 41 foi recrutado pelo exército, nunca tendo conseguido adaptar-se à vida militar. Dois anos mais tarde deixou o exército sem nunca ter sido enviado para a guerra.
A sua primeira gravação foi efectuada em 1951, tendo no seu curriculo diversos álbuns que são hoje referênciados como marcos na história da música.
Ao contrário de muitos músicos de blues, Wolf foi bem sucedido financeiramente, evitando o álcool e o jogo. Aos 40 anos, Wolf regressou à escola, onde estudou contabilidade. O seu sucesso financeiro permitiu pagar aos seus músicos, para além de um bom salário, seguros de saúde, entre outras regalias. Na década de 70 Wolf teve vários ataques cardíacos e problemas graves de rins resultado de um acidente de viação. Chester Arthur Burnett viria a morrer em 1976 devido a complicações da doença renal.
Ao terceiro álbum, os The Black Angels atingem uma exposição mediática que por motivos vários, sempre passaram ao lado. E provavelmente, anda bem. Phosphene Dream, foi recebido (principalmente na internet) com muito furor, o que muito terá contribuído o facto de ser o primeiro lançamento da renascida editor Blue Horizon. Infelizmente, e não sei se por influência da sua nova editora ou dos produtores, a sonoridade característica dos texanos diluísse nas tendências mais comerciais. É verdade que o seu som contém ainda o ADN da banda, paisagens psicadélicas sombrias com um ritmo hipnótico como se todos os elementos da banda tivessem tomado analgésicos.
Os primeiros temas do álbum são ainda reminiscências do passado da banda, se bem que a duração das canções sejam bem mais curtas. Bad Vibrations, uma curiosa antítese ao solarengo tema dos Beach Boys, apresenta ainda o característico refluxo sonoro da banda, com as guitarras a explanar a sua linha em ondas circulares. Haunting At 1300 McKinley, River of Blood e True Belivers mantêm a tónico, mas depois disso tudo se desmorona.
No momento em que a banda se desvia dos seus padrões habituais, o som torna-se num mero pastiche de variadas influências. Telephone, Yellow Elevator e Sunday Afternoon, na sua tonalidade alegre e o contagiante refrão leva-nos a pensar que estes temas estão fora de contexto, criando uma desigualdade no álbum.
Para quem não conhece estes texanos, Phosphene Dream, não deixa de ser uma interessante porta de entrada da banda, contendo pontos altos, dos mais altos que a banda atingiu até ao momento, e pontos baixos, muito baixos, do mais baixo ….
Os Animal Collective depois de terem apresentado o filme ODDSAC, continua em maré de editarem novos videos de temas do disco Merriweather Post Pavilion. O mais recente video é do tema Bluish.
A Blackbeat Books irá lançar no próximo dia 1 de Novembro o livro dedicado ao prog-rock, Mountains Come Out of the Sky: The Illustrated History of Prog Rock, escrito por Will Romano.
O livro aborda o prog-rock desde as suas fases inciais, dos Pink Floyd (fase Syd Barrett), e dos Mothers of Invention de Zappa, passando pelas fases dos solos de guitarra caracteristicos do prog, e do space rock. Will Romano dedica capítulos especificos a bandas como os Rush, Pink Floyd, Yes, ELP, Genesis, Jethro Tull, King Crimson, Marillion, Spock's Beard, e The Mars Volta, entre outros. Entretanto já é possivel ler um capitolo, sobre os Genesis, aqui. Podem encomendar o livro aqui.
Desde o inicio da sua carreira, Young edita pelo menos um disco por década que marca uma fronteira no seu trabalho. Aconteceu com os álbuns Everybody Knows This is Nowhere de 68, o primeiro em conjunto com os Crazy Horse, com Rust Never Sleeps, de 79, com Freedom, de 89, com Silver & Gold de 99. Com Le Noise, Young inicia uma nova década com uma nova sonoridade, com uma nova forma de construir canções.
Le Noise surpreende á primeira vista pela forma incrivelmente “jovem” como Young aborda a música, tendo em conta que a maioria dos oito temas apenas tem uma guitarra como instrumento. Se inicialmente Young queria gravar um disco inteiramente acústico, Daniel Lenois, o produtor, depressa o demoveu dessa ideia. Aliás, a ideia que transparece do disco é a magnifica gravação, repleta de texturas, com loops e com as habituais notas ásperas que Young espreme da sua guitarra eléctrica a passarem pelo crivo dos sintetizadores de Lenois.
Os oito temas percorrem um caminho, diria, tortuoso, a condizer com a sonoridade eléctrica que percorre o álbum, que passam pela autobiográfica Hitchhiker e pela manifestação política crua Love and War. De todas destaco Peaceful Valley Boulevard, o tema mais longo, que relata a jornada épica através da fronteira americana.
Young transpira em Le Noise raiva, insegurança, tristeza, que não será alheio o facto de recentemente ter perdido dois amigos íntimos, Larry Johnson e Bem Keith, mas simultaneamente transmite amor, esperança e paixão. Estes sentimentos são aqui expressos de uma forma pura e cristalina sem a “poluição das percussões, dos teclados, somente a guitarra e a voz rouca, e parece ser essa a marca que Young vai deixar nesta nova década.
Os baterista dos Pink Floyd, Radiohead, Coldplay e The Police, entre outros membros deoutros grupos reuniram-se para fazer um vídeo que faz parte de uma campanha organizada pela Sudan365.
O vídeo faz parte da "Beat For Peace", uma iniciativa que visa chamar a atenção dos líderes mundiais que irão reunir na Organização das Nações Unidas no próximo dia 24 de Setembro. A ideia é que estes líderes tomem as medidas necessárias para evitar uma nova guerra no Sudão por causa do referendo a realizar no país em 2011, com o objetivo de determinar a independência ou não da zona sul do país. O Território do Norte (de maioria muçulmana) e sul (de maioria cristã) travaram uma guerra que durou 22 anos que só terminou em 2005 e que custou a vida de mais de 2 milhões de pessoas.
Na gravação deste video participaram Phil Selway (Radiohead), Will Champion (Coldplay), Jonny Quinn (Snow Patrol), Stewart Copeland (The Police) e Nick Mason (Pink Floyd), juntamente com artistas do Sudão e outros países do continente Africano.
O castelo de Leiria serviu de palco no passado mês de Agosto do primeiro festival de música gótica realizado em Portugal, o Entremuralhas. A história das muralhas da velha fortificação comungaram com o presente criando um ambiente único.
Com uma programação rica e variada, que não se limitou aos meros concertos, o festival contou com conferências e projecção de filmes, para além do lançamento de livros e exposições. A organização a cargo da associação Fade In, construiu um evento que ficará seguramente na memória de quem participou.
No que diz respeito aos concertos, estes dividiram-se por dois palcos, o Alma e o Corpo. Por eles passaram os Ashram, os Ataraxia, os Project Pitchfork, os Uxu Kalhus, os Collection D’Arnell Andrea, os Ordo Rosarius Equilibrio e os Covenant.
Com visitantes oriundos de todo o país e do estrangeiro, pode-se afirmar que o sucesso obriga a Fade In a repetir este festival, quem sabe, já para o ano…
Walter Ruttmann nasceu a28 de Dezembro de 1887 em Frankfurt na Alemanha, sendo considerado um dos pioneiros do cinema experimental juntamente com Hans Richter e Eggeling Viking.
Ruttmann estudou arquitectura e pintura e trabalhou como designer gráfico. A sua carreira cinematográfica começou em 1920 tendo realizado curtas-metragens de cariz abstracto "Opus I" (1921) e "Opus II" (1923), vistas como experiências com novas formas de expressão cinematográfica, Ruttmann e seus colegas do movimento vanguardista enriqueceram a linguagem do cinema através de novas técnicas de filmagem e de montagem.
Ruttmann foi um expoente importante tanto da avant-garde, bem como da música. Durante o período nazi, Ruttmann trabalhou como assistente de realização no filme o Triunfo da Verdade de Leni Riefenstahl. Viria a morrer em Berlim em 1941.
Após 42 anos da separação os Buffalo Springfiled anunciaram que vão realizar dois concertos de caridade nos E.U.A. Neil Young, Stephen Stills e Richie Furay (os únicos membros ainda vivos)irão actuar como trio acustico nos concertos de beneficiência da Bridge School, em Mountain View, na Califórnia, nos dias 23 e 24 de Outubro. Neil e Pegi Young organizam estes concertos de beneficiência desde 1986,e que para além dos Buffalo Springfiled, irá contar com a presença de Elvis Costello, Pearl Jam, Grizzly Bear, Modest Mouse, Lucinda Williams, Billy Idol e de Jackson Brown.
Don Percival.One More Kisse, Dear. Shannon Wright.Defy This Love. Josephine Foster.The Garden of Earthly Delights. Lia Ices.Medicine Wheel. Alexander Tucker. Poltergeists Grazing. Evangelista.The Slayer. Bardo Pond.Before. Hrsta.Hechicero del Bosque-
As duas primeiras bandas já foram anunciadas pela organização: Mats & Morgan Band, da Suécia, e os espanhois Senogul irão actuar na edição 2010 do GoProgFest que irá decorrer no próximo dia 23 de Outubro na cidade de Gouveia.
"O encerramento de grande parte do espaço espaço aéreo europeu em Abril passado, em consequência da erupção do vulcão islandês Eyjafjallajökull, conduziu a que algumas bandas e artistas previstos para o Gouveia Art Rock 2010 ficassem impossibilitados de tocar nesse festival. A organização do GAR, a Desporto, Lazer e Cutura de Gouveia, EEM, ciente da decepção que isso trouxe ao público do GAR, prometeu então envidar todos esforços para que essas bandas e artistas estivessem presentes no GoProgFest, o outro evento dedicado à música progressiva que a DLCG tem a seu cargo. E como o prometido é devido, o GoProgFest vai este ano integrar no seu alinhamento a maior parte dessas bandas e artistas. O que será certamente do agrado dos entusiastas de progressivo que acorrem aos dois festivais. E se ao cartaz se juntarem outros nomes de igual valia, num total de cinco concertos e recitais, é garantido que o próximo dia 23 de Outubro vai ser uma data que ficará na memória desses entusiastas. Por tudo isso, o GoProgFest de 2010 não irá cumprir um dos objectivos que justificaram a sua criação o ano passado: ser um complemento do GAR. É que o tipo e a dimensão do programa propostos para 2010 acabam por fazer dele quase um concorrente directo do GAR. Todavia esse crescimento do GoProgFest não implicará nenhum aumento significativo do preço dos bilhetes, continuando ele a ser meramente simbólico. E como, uma vez mais, o prometido é devido, a DLCG irá cumprir com algo mais que prometeu também em Abril passado: oferecer aos possuidores de bilhete válido para o primeiro do GAR 2010 a entrada gratuita no GoProgfest de 23 de Outubro."
Depois do sucesso do Festival Entremuralhas, a Associação Fade In irá promover mais um evento do seu festival intenerante. Desta feita a escolha recai nos portugueses PAUS. O concerto realiza-se no próximo dia 2 de Outubro, pelas 22 horas, no Teatro Miguel Franco em Leiria. O bilhete custa 7,5 euros.
A sessão 4 da editora 4AD pertence aos Stornoway cujo novo disco. São quatro os temas presentes nesta sessão,1.Fuel Up; 2.On The Rocks; 3.Here Comes The Blackout; 4.Watching Birds.
Krautrock from Hell é o mais recente álbum da formação germânica Electric Orange. Para quem não os conhece, a banda pratica um rock psicadélico no seguimento da boa tradição de bandas como CAN, Ash Ra Temple, Amon Dull e companhia. Normalmente desconfio das novas bandas que se colam ao denominado “kraut”, pois o resultado deixa muito a desejar e perguntamos porquê bater na mesma tecla que foi tão bem batida nos anos 70. Estes Electric Orange, que já existem desde os anos 90 têm vindo progressivamente a melhorar o seu som, revelando-se mais coesos e simultaneamente mais exploratórios. A palete sonora é mais vasta e estruturada com as diversas camadas a sobreporem-se quase na perfeição. Esta ideia ressalta melhor nos temas de maior duração, onde a banda se lança deliberadamente em longas experiencias, explorando a virtuosidade individual, mas mantendo uma coesão surpreendente.
Os Arcade Fire lançaram o video do tema Visit Your Neighborhood, onde literalmente se pode ver a vizinhança. Através da utilização do Google Maps, Chris Milk, o realizador deste filme, criou um filme iteractivo onde conjuga a imagens filmadas com as do Google Maps. Para ver o resultado é melhor utilizarem o Google Chrome e escrever a vossa morada. Podem ver o video aqui.
Os Radiohead vão lançar um DVD do concerto realizado em Výstavište em Praga em 2009. A particularidade deste concerto reside no facto de ter sido feito a partir das múltiplas filmagens realizadas pelos espectadores e que colocaram no Youtube. Felizmente o som é original da banda e não das gravações dos videos. Pela visualização do pequeno video disponibilizado, fico com a sensação de que será algum cansativo assistir ao filme todo…